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quarta-feira, 24 de abril de 2019

Walter Taverna e a comunidade Bela Vista, no lançamento do projeto Bixiga TransformAção Sustentável..

Imagens do evento













Idealizador -

Wellington Silva



fonte: Centro de memoria do Bixiga


Sobre a
 comunidade Bela Vista, no lançamento do projeto 
Bixiga TransformAção Sustentável, em 23 de abril 2019

video 5:00 min

https://web.facebook.com/gilberto.natalini/videos/2258492097549726/



Sobre o Projeto by Portal do Bixiga 
‘Bixiga Transformação Sustentável’ é apresentado para a comunidade


Lançamento contou com a presença de autoridades, moradores e representantes de entidades

Bixiga Transformação SustentávelO lançamento do projeto ‘Bixiga Transformação Sustentável’ foi realizado na noite desta terça-feira (23) na Faculdade Phorte, localizada na Rua Treze de Maio, 681. Este projeto foi criado para conscientizar a comunidade e tratar as causas do lixo espalhado pelas ruas do Bixiga, visando descobrir maneiras eficientes de efetuar o descarte correto, reduzir sua produção e reciclar. O lixo é considerado um dos maiores problemas do bairro da Bela Vista e o conjunto de ações proposto por um grupo de moradores do bairro pretende efetuar uma transformação na comunidade.

O evento contou com a presença de Roberto Arantes, subprefeito da Regional Sé, Fabio Mazzoneto, diretor da Faculdade Phorte, Andrea Nogueira, gerente do Centro de Pesquisa e Formação do SESC, padres Bogaz e Pedro da paróquia Nossa Senhora Achiropita, Pastor Daniel da Comunidade Evangélica do Bixiga, Adelino Ozores do Instituto Entre Rodas, vereador Gilberto Natalini e Walter Taverna, do Centro de Memória do Bixiga, a maior referência na batalha pela preservação do bairro. São criadores e realizadores do projetos os moradores Wellinton Souza, Nádia Garcia, Paula Lima e Gabriela Barbosa.

A primeira etapa do projeto foi a realização de um Mapeamento do Lixo nas Ruas do Bixiga. O bairro foi dividido em 7 regiões: Bixiga, Bixiga-Centro, Saracura, Itororó, 9 de Julho/Frei Caneca, Paulista e Viadutos. 91 ruas foram analisadas com registro fotográfico de todos os problemas encontrados. 

Wellinton e Nádia, responsáveis pelo mapeamento, também conversaram com moradores e comerciantes para estudar essa problemática. Este trabalho gerou um documento com a avaliação das 91 ruas. Os 30 locais com as piores avaliações foram escolhidos como área de trabalho do projeto.

O projeto Bixiga ‘Transformação Sustentável’ terá ações até o final do ano que incluem pesquisa presencial e on-line, ações de rua com mutirão de limpeza, revitalização de pontos viciados de lixo, atividades culturais e plantio de árvores. Também serão realizadas diversas palestras temáticas e reuniões abertas com a comunidade. No final do projeto um relatório detalhado será gerado. Os realizadores fizeram diversas articulações com o poder público, igrejas, escolas e espaços de cultura para que o projeto tenha sucesso.

Uma das ações do projeto é a criação da campanha #lacrabixiga, em parceria com o Instituto Entre Rodas. Adelino Ozores, diretor do Instituto, falou sobre a hashtag #nãoémito e que, sim, lacres de latinhas de alumínio podem ser trocados por cadeiras de rodas sob medida para crianças cadastradas no Entre Rodas. “Quando a criança ganha a cadeira e vai longe num empurrão de leve, vemos o sorriso, que nos traz satisfação e nos faz continuar dia a dia nesse projeto”, afirmou Ozores. Uma das metas do ‘Bixiga Transformação Sustentável’ é a criação de postos de coleta de lacres para que se consiga pelo menos uma cadeira de rodas para o projeto.

Para o lançamento do projeto, os realizadores do ‘Bixiga Transformação Sustentável’ contaram com o apoio de Antônio e Letícia da Faculdade Phorte, além do diretor Fábio Mazzoneto, além de Ieda, Jean, Rafael e Edson do Centro de Pesquisa e Formação do SESC, Maio e Carlos do Portal do Bixiga e de Jaime Souza, diretor do Bloco Esfarrapado, que colaborou em todas as etapas da realização do evento.

A palavra mais falada entre os palestrantes foi ‘acreditar’. Muito foi dito sobre a necessidade de que todos acreditem na possibilidade de se mudar a cultura do descarte irregular e também educar as pessoas para que pratiquem a reciclagem, pois é assim que alcança um bairro melhor para todos os seus cidadãos. “É uma felicidade muito grande partilhar isso com vocês, abrir a nossa casa para dar essa condição de desenvolvimento”, disse o Professor Fábio, proprietário da Faculdade Phorte, patrocinadora do projeto.

http://www.portaldobixiga.com.br/lancamento-bixiga-transformacao-sustentavel/?fbclid=IwAR3Rzpheu9-ucNC-zpJoXeAJTZuB65xD1Ha2PZwdrBEzEQTnkupN0Z7VkcY

#LacraBixiga #nãoémito #bixigatransformaçãosustentável #BixigaSustentavel #bairrolimpo #sustentabilidade #meioambiente #sustentavel #zeladoria #comunidade #consumoconsciente #reciclagem #economia #reutilizar #economiacircular

segunda-feira, 22 de abril de 2019

IMAGEM do DIA - Walter taverna recebe seus amigos de infância: Rômulo e Alfredo. Tarde de segunda-feira com boas lembranças.

imagem

fonte: Centro de Memória do Bixiga


Walter Taverna recebe estudantes do projeto Identidade "Quem eu sou, quem nós somos", do CCA (Centro para Crianças e Adolescentes) Bela Vista, São Paulo, Brasil.

O CCA (Centro para Crianças e Adolescentes)  Bela Vista, localizado na Rua Maria José, 186, atende crianças de 06 a 14 anos. 

O Centro de Memoria Bixiga faz parte da Historia da Bela Vista, recebendo as crianças e jovens para conhecer o local, sua historia e a importância para o território 

Responsavel CCA
Suryan Flohr
Gerente II - CCA Bela Vista - Inforedes
Telefone: 3104-0248

imagens da visita






fonte: Centro de Memória do Bixiga #sodepro





segunda-feira, 8 de abril de 2019

Imagem do Dia. Walter Taverna, após 19 anos e representantes do Bixiga, celebram a VITÓRIA! O Parque Augusta fica em um terreno de aproximadamente 24 mil m² no Centro de São Paulo que preserva sua vegetação significativa e bens de valor histórico.


ACORDO CRIA PARQUE AUGUSTA E BOULEVARD DE LIGAÇÃO À PRAÇA ROOSEVELT


Centro de São Paulo ganha mais um parque: uma área verde de 24 mil metros quadrados entre as ruas Caio Prado e Marquês de Paranaguá. 

Imagem do Dia. Walter Taverna, 
após 19 anos e representantes do Bixiga, 
Celebram a VITÓRIA! 

O Centro de São Paulo ganha mais um parque. Desta vez, um parque com uma grande área verde, numa parte da cidade que tem poucas áreas verdes e que vem ganhando prédios mais altos e com projetos que se comunicam pouco com a rua. O Parque Augusta ficará entre as Ruas Caio Prado e Marquês de Paranaguá, a um quarteirão da Praça Roosevelt, outra importante área pública do Centro, que recebe moradores e visitantes de toda a cidade. 


A escritura que confirma o acordo foi assinada no dia 6 de abril, pelo prefeito Bruno Covas, numa cerimônia no próprio parque. A partir de agora, a empresa doadora do terreno vai contratar o Projeto Executivo, que deverá seguir o Estudo Preliminar como base. As obras serão iniciadas em seguida e a previsão é de entrega em 2020.






PARQUE AUGUSTA

O Parque Augusta fica em um terreno de aproximadamente 24 mil m² no Centro de São Paulo que preserva sua vegetação significativa e bens de valor histórico. 

Os parques mais próximos são Buenos Aires, Mário Covas e Trianon.

O projeto prevê espaços como redário, caminhos e passeios, playground inclusivo, cachorródromo, equipamentos de ginástica, sede administrativa, banheiros e outros. O projeto foi pensado de acordo com os parâmetros definidos no Plano Diretor, que determina uma Taxa de Permeabilidade mínima de 90%, ou seja, somente 10% da área do parque pode ser impermeabilizada.

Também foram pensadas diretrizes para garantir a acessibilidade e a preservação do patrimônio tombado na área, que inclui toda a vegetação do bosque, a edificação remanescente do antigo Colégio Des Oiseaux, além do portal localizado na Rua Caio Prado.


Esta é uma demanda que coloca fim a uma longa disputa judicial que se estende desde a década de 1970 para a criação de um parque na região central da cidade, carente de área verde.

A viabilização do Parque Augusta integra um conjunto de iniciativas para requalificação da região central, o que inclui também a implantação gradual do Parque Minhocão, a requalificação do Vale do Anhangabaú,o Projeto de Intervenção Urbana (PIU) Setor Central, a área dos calçadões do triângulo histórico, revitalização do Largo do Arouche e Praça Roosevelt, além da concessão da cobertura do Martinelli à iniciativa privada, com programa de curadoria, loja e restaurante (leia mais detalhes nesta matéria).


ACORDO

O acordo que permite a criação do Parque Augusta foi assinado em agosto de 2018 pelo prefeito Bruno Covas, Ministério Público Estadual, as empresas Albatroz e Flamingo (Cyrela e Setin), proprietárias da área, além da Samorcc (Sociedade de amigos, moradores e empreendedores dos bairros Cerqueira César, Consolação e Jardins), o Movieco (Movimento Ecológico) e a Amacon (Associação de Moradores e Amigos do Bairro da Consolação e Adjacências). Em setembro de 2018 o acordo foi homologado pela Justiça.

Um acordo chegou a ser firmado em 2017, mas não foi adiante porque não houve acordo sobre as compensações às empresas donas do terreno. No acordo atual, além do Parque Augusta será criado um boulevard, na Rua Gravataí, ligando o parque à Praça Roosevelt.

As empresas donas do terreno – Cyrella e Setin – serão compensadas com certificados de Transferência do Direito de Construir, um instrumento previsto no Plano Diretor e que pode ser vendido a outras empresas do mercado. Elas terão direito a construir 3.322 m² acima do permitido sem pagar nada aos cofres públicos. 3.322 ma termos de potencial construtivo em outras áreas da cidade.
PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE

A participação da sociedade civil, que nos últimos anos passou a atuar mais fortemente, demandando a manutenção desta área como um parque público, foi destacada pelo prefeito Bruno Covas.

“Hoje é um dia de muita felicidade para a cidade de São Paulo, em que demonstramos ser possível acreditar no diálogo. O que temos aqui é fruto da participação e do envolvimento da sociedade civil, do Ministério Público, do poder legislativo, da Prefeitura, dos empresários, uma série de pessoas que participaram e se dedicaram para que pudéssemos assinar esse acordo”, disse Covas na assinatura do acordo, em agosto de 2018.

“Este projeto é um sonho da sociedade civil. Hoje é um dia de festa, pois todos contribuíram, de alguma forma, para que esse dia chegasse”, afirmou o promotor do Ministério Público, Silvio Marques, que conseguiu a repatriação de parte dos recursos desviados pelo ex-prefeito Paulo Maluf e reservou este dinheiro para a criação do parque.

O acordo encerra uma disputa judicial que começou na década de 1970, e já teve diversos projetos e destinações. Até que grupos de moradores da região pressionaram o poder público a não autorização a construção de edifícios no local e reservar o local como área verde.


Parque Augusta


O termo definiu que as empresas proprietárias da área irão executar obras e pagar à municipalidade a quantia de R$ 10 milhões, sendo: R$ 6,25 milhões para implantação do Parque Augusta, incluindo o restauro dos bens tombados e construção do Boulevard da Rua Gravataí; R$ 2 milhões para manutenção por dois anos do Parque Augusta, incluindo as áreas verdes, edificações e zeladoria e R$ 1,6 milhão para obras da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social – SMADS (ILPI Canindé, CCInter Tucuruvi) e melhorias em escolas municipais e outros equipamentos públicos, a critério e conveniência da Administração.

Além disso, a partir desse acordo, ficam liberados R$ 90 milhões, desviados do município e recuperados pelo Ministério Público, que serão investidos em obras de construção de equipamentos da Secretaria Municipal de Educação. Com este recurso, serão custeados 22 Centros de Educação Infantil (CEIs), 12 novos Centros de Educação Unificados (CEUs) e sete Escolas Municipais de Educação Infantil (EMEIs).

O acordo foi obtido a partir da aplicação da Transferência de Direito de Construir (TDC), previsto no Plano Diretor Estratégico de 2014. Ele se tornou viável a partir da regulamentação feita pela Prefeitura, no ano passado, que simplificou os procedimentos e reduziu a burocracia para sua aplicação.

Pela TDC, a Prefeitura pode receber, em doação, imóveis privados onde há restrições para edificação, tendo o direito de construção transferido para outro local.



Walter Taverna, recebe a visita do ator e poeta Tótila Artigas, morador do Bixiga.

Tótila Artigas nasceu em São Paulo, atualmente morador na rua Paim, Bixiga, estudou Artes Plásticas com Eunibaldo Tinoco e Teatro com Raul Cortez. 
Em 1996 participa de uma oficina de mímica com Cleber França foi no ginásio que sua veia poética despertou. Em 1997, morando em Joinville, cria o personagem Palhaço Fuzuê,

Atualmente, Tótila possui três espetáculos de repertório: Cenas da Vida, espetáculo mímico, apresentado pelo ator; Fuzuê apresenta Mala de Histórias, onde o palhaço Fuzuê conta historias, com máscaras, adereços e fantoches; e o Show do Fuzuê, espetáculo variado, com mágicas, histórias e brincadeiras. Tem o registro de Artista – Palhaço DRT 15901.


fonte: Centro de memória do Bixiga.